terça-feira, 30 de outubro de 2012

Final de Ano


No Final do Ano, nos deparamos com as perguntas clássicas:
  1. O que fiz até agora no ano, em todas as áreas da minha vida?
  2. Alcancei meus objetivos e metas?
  3. Estive motivado?
  4. Atualizei meu conhecimento?
  5. Sou um profissional Inovador?
  6. Sou um profissional com diferencial?
  7. Mas estes diferenciais o mercado percebe?
  8. E família como anda?
  9. Trato bem todos os níveis hierárquicos da empresa?
  10. Sou comunicativo?
  11. Trabalhei minha empregabilidade e meu diferencial no mercado de trabalho?
  12. O entusiasmo estava presente?
  13. Estou atualizado com as inovações e estratégias mais atuais do mercado e das empresas?
  14. Quais os meus sonhos para 2013, 2014 E 2015?
  15. Como esta minha network?
  16. Ou sou aquela pessoa ou profissional ChupaKabra????
  17. Como vou realizar estes Sonhos?
  18. Só fiquei no facebook?
  19. ........................................................
  20. ..........................................................
  21. .................................................................

Reflita sobre as suas conquistas durante o ano, principalmente, se auto-conheça (independente do seu nível hierárquico) e se preparare de forma mais organizada, estruturada, planejada e empreendedora para atingir os Sonhos, ou seja os Objetivos e Metas!
“Profissionais e Seres Humanos  que valorizam a si próprios em primeiro lugar e que investem na sua marca têm auto-estima e sucesso maior”!

Alexander Baer
Palestrante, Professor convidado do MBA da FGV Management e FGV Corporativa,  Coach Estratégico e Diretor Institucional (voluntário) da APACN - Associação Paranaense de Apoio a Criança com Câncer

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Planejamento Estratégico de Vida e Carreira




Planejar é Preciso! Identificar, estar Preparado e Aproveitar as Oportunidades e se Defender das Ameaças! Planejamento estratégico pode ser o grande diferencial para a o profissional que deseja obter mais sucesso em 2012,  2013 e 2014.
          Os profissionais precisam hoje fundamentalmente ter um rumo uma visão de FUTURO para que possam assim buscar e alcançar todos os RESULTADOS ALMEJADOS.
Fundamentalmente a análise do ambiente externo (cenários, oportunidades e ameaças), devem ser altamente conhecidas bem como a análise do ambiente interno (forças/pontos fortes e fraquezas/pontos fracos), para que os profissionais possam estar preparados para aproveitar as oportunidades e se defender das ameaças (concorrentes, por exemplo).
Bem como desenvolver estratégias de expansão de mercado, liderança em diferenciação, custos e foco, PARA SEREM ÚNICOS NO SEU MERCADO(dentro e fora das empresas)!
Ou seja, se preparar e estar preparado hoje, para aproveitar o hoje e o amanhã!
Para os profissionais, o final e início ano é a época de fazer um balanço dos resultados da sua vida pessoal e profissional. Nem sempre os mesmos são satisfatórios. O motivo: falta de planejamento e muito foco em apagar incêndios do dia a dia.
Os profissionais devem ter um rumo definido ano a ano. Porém não são todos os funcionários/colaboradores que entendem a importância de definir suas estratégias, objetivos e metas de negócio. “Sem saber que rumos dar à sua vida e carreira, profissional  deixa o desenvolvimento e crescimento de sua vida e carreira à mercê do destino e da empresa que trabalha”.
        O segredo do sucesso, segundo Alexander, é o planejamento estratégico de vida e carreira. Quando for estabelecer os planos para sua marca, o profissional precisa pensar a curto, médio e longo prazo. “Quando se planeja pensando em 2012, 2013 e 2014, é possível contemplar o futuro e estar muito mais preparado para aproveitar as oportunidades e se defender das ameaças do mercado”. Ou seja, está muito mais preparado e com muito mais foco!
Planejar estrategicamente não é uma missão impossível. O profissional deve seguir três passos, independente do nível hierárquico que se encontra. O primeiro é definir para onde a o profissional deseja ir. “Esta ação descreve o direcionamento que o profissional deseja dar a sua vida e carreira. Para isso, ele deve definir, respeitar e seguir a sua visão, missão, seus valores e  códigos de ética”, complementa, pois os valores de um profissional dão suporte à missão (o que ele faz hoje) rumo à visão (o que ele quer ser) de futuro.
A segunda etapa é um diagnóstico atual do profissional. Segundo Alexander, é preciso analisar profundamente o ambiente externo em que se encontra (neste caso fora dele significa dentro da empresa em que trabalha e no mercado lá fora. “Deste modo, se conhece melhor o mercado, suas oportunidades e suas ameaças”, observa. Na visão do professor, a avaliação do ambiente interno também é de extrema importância, pois permite o aprimoramento dos pontos fortes/forças de um profissional e a correção dos pontos fracos/fraquezas/limitações que deve ser algo emergencial, pois as fraquezas, pontos fracos limitações de uma pessoa/profissional podem fazer com que ele não desenvolva sua missão e conseqüentemente não atingido sua visão, ou seja, sai do jogo.
        Depois de estabelecer os rumos da vida e carreira e de diagnosticar sua atual situação, o profissional deve definir as ações para a expansão de mercado e diferenciação. Essa é a terceira fase do planejamento. “O profissional pode, por exemplo, desenvolver estratégias para vender mais para os mesmos clientes, conquistar novos mercados, oferecer novos produtos e serviços e buscar a diversificação”. Também é necessário promover uma estratégia de liderança em diferenciação (modelo de competitividade de Porter), envolvendo toda a cadeia de valor da sua vida de acordo com a visão sistêmica da psicologia (áreas que compõem esta cadeia de valor sua: familiar + financeiro + econômico + Profissional + físico mental + outras) para que aja de forma sistêmica para a conquista dos objetivos planejados. Deste modo, o profissional torna-se único para o mercado e fica muito mais feliz e com muito mais sucesso.  Com resultados altamente positivos de fato.
É importante salientar que planejamento estratégico é fundamental para todos os profissionais que queiram ter sucesso na vida e na carreira!!!.
Como saber se o objetivo é possível?
         Na hora de fazer o planejamento anual do profissional, muitos têm dúvidas quanto à viabilidade dos objetivos almejados. Para Alexander, quando se tem o rumo certo e a análise do mercado, o profissional sabe o que pode fazer para alcançar o sucesso. “Ou seja, ter um claro plano de ação onde ele saberá o que, quando, onde, por quê, quem é o responsável(ele mesmo) e como fazer e quanto irá custar”, salienta.
        Além de deixar a si mesmo muito melhor preparado para as adversidades do mercado. 

Alexandre Baer
Palestrante, Professor convidado do MBA da FGV Management e FGV Corporativa,  Coach Estratégico e Diretor Institucional (voluntário) da APACN - Associação Paranaense de Apoio a Criança com Câncer 

O PI e o PHI




A respeito desse assunto , há dois livros
ótimos : ''Deus é matemático ? ''e ''A Razão Áurea'', de Mario Livio.


Todos nós já ouvimos falar em número Pi. É o irracional mais famoso da história, com o qual se representa a razão constante entre o perímetro de qualquer circunferência e o seu diâmetro.
Equivale  a: 3,141592653589793238462643383279502884197169399375... e é conhecido vulgarmente como 3,1416.
Não confundir com o número Phi que corresponde a 1,618.

O número Phi (letra grega que se pronuncia "fi") apesar de não ser tão conhecido, tem um significado muito mais interessantee.
Durante anos o homem procurou a beleza perfeita, a proporção ideal.

Os gregos criaram então o retângulo de ouro. Era um retângulo, do qual extraiu-se uma proporção: o lado maior dividido pelo lado menor. E a partir dessa proporção tudo era construído. Assim eles fizeram o Parthenon: a proporção nos retângulos que formam a face central e a lateral; a profundidade dividida pelo comprimento ou altura; tudo seguia uma proporção ideal de 1,618.

Os Egípcios fizeram o mesmo com as pirâmides: cada pedra era 1,618 menor do que a pedra de baixo, ou seja, a de baixo era 1,618 maior que a de cima, que era 1,618 maior que a da 3ª fileira e assim por diante.

Durante milênios, a arquitetura clássica grega prevaleceu. O retângulo de ouro era padrão. Mas, depois de muito tempo veio a construção gótica com formas arredondadas, que não utilizavam o retângulo de ouro grego.

No ano 1200, contudo, Leonardo Fibonacci um matemático que estudava o crescimento das populações de coelhos, criou aquela que é provavelmente a mais famosa seqüência matemática, a Série Fibonacci.
A partir de 2 coelhos, Fibonacci foi contando como eles
aumentavam. A partir da reprodução de várias gerações chegou a uma seqüência onde um número é igual a soma dos dois números anteriores: 1 2 3 5 8 13 21 34 55 89 ...

1+1=2
2+1=3
3+2=5
5+3=8
8+5=13
13+8=21
21+13...e assim por diante.

Aí entra a 1ª "coincidência": a proporção de crescimento média da série é... 1,618 (o número Phi). Os números variam, um pouco acima às vezes, em outras um pouco abaixo, mas a média é 1,618 - exatamente a proporção das pirâmides do Egito e do retângulo de ouro dos gregos. Então, essa descoberta de Fibonacci abriu uma nova idéia de tal proporção, a ponto de os cientistas começaram a estudar a natureza em termos matemáticos e começaram a descobrir coisas fantásticas.
Por exemplo:

- A proporção de abelhas fêmeas em comparação com abelhas machos numa colméia é de 1,618;
- A proporção que aumenta o tamanho das espirais de um caracol é de 1,618;
- A proporção em que aumenta o diâmetro das espirais sementes de um girassol é de 1,618;
- A proporção em que se diminuem as folhas de uma árvore à medida que subimos de altura é de 1,618;

E não só na Terra se encontra tal proporção. Nas galáxias, as estrelas se distribuem em torno de um astro principal numa espiral obedecendo à proporção de 1,618.
Por isso, o número Phi ficou conhecido como

A DIVINA PROPORÇÃO

Por que os historiadores religiosos descrevem que foi a beleza perfeita que Deus teria escolhido para fazer o mundo?
Por volta de 1500, com o retorno do Renascentismo, a cultur clássica voltou à moda.
Michelangelo e, principalmente Leonardo da Vinci, grandes amantes da cultura pagã, colocaram esta proporção natural em suas obras. Mas Da Vinci foi ainda mais longe: ele, como cientista, usava cadáveres para medir as proporções do corpo humano e descobriu que nenhuma outra coisa obedece tanto a DIVINA PROPORÇÃO do que o corpo humano... obra prima de Deus.

Por exemplo:
- Meça sua altura e depois divida pela altura do seu umbigo até o chão: o resultado é 1,618.
- Meça seu braço inteiro e depois divida pelo tamanho do seu cotovelo até o dedo: o resultado é 1,618.
- Meça seus dedos, ele inteiro dividido pela distância da dobra central até a ponta ou da dobra central até a ponta dividido pela segunda dobra: o resultado é 1,618;
- Meça sua perna inteira e divida pelo tamanho do seu joelho até o chão. O resultado é 1,618;
- A altura do seu crânio dividido pelo distância da sua mandíbula até o alto da cabeça dá 1,618;
- Da sua cintura até a cabeça e depois só o tórax: o resultado é 1,618;

Considere sempre erros de medida da régua ou fita métrica, que não são instrumentos precisos de medição.

Tudo, cada osso do corpo humano, é regido pela Divina Proporção.
Coelhos, abelhas, caramujos, constelações, girassóis, árvores, arte e o homem, coisas teoricamente diferentes, são todas ligadas numa proporção em comum.

Até hoje essa é considerada a mais perfeita das proporções.
Não por acaso é usada, hoje, pelos "inteligentes" no nosso dia-a-dia: meça seu cartão de crédito, largura / altura, seu livro, seu jornal, uma foto revelada. Lembre-se de considerar sempre possiveis erros de medida da régua ou fita métrica.

Encontramos ainda o número Phi em famosas sinfonias como a 9ª de Beethoven, e em outras diversas obras.

Então...isso tudo seria uma mera coincidência?

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Matemática Interessante

Veja só que matemática interessante:

Numa cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo às custas de crédito.
Por sorte chega um gringo e entra no único hotel.
O gringo saca uma nota de R$100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$100,00 em mãos, vai até à zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes; e como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.

Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!

Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise !!!

Lembrem desse NOME


Brasileiros lembrem o nome desse homem !

J.R. GUZZO

Quando o ex-presidente Lula indicou o nome do procurador Joaquim Barbosa para o Supremo Tribunal Federal, em 2003, aplaudiu a si mesmo por mais esse lance da genialidade política que lhe é atribuída. Tornava-se, com isso, “o primeiro presidente deste país” a levar um negro à mais alta corte de Justiça do Brasil 
 o que não é bem assim, pois antes de Barbosa o STF teve dois ministros mulatos, já esquecidos na bruma dos tempos. Mas o que vale nas coisas da política, em geral, é o que se diz  e o que se disse é que havia ali um plano magistral. O novo ministro, agradecido pela honra recebida, seria um belo amigo do governo nas horas difíceis. Acontece que os melhores planos, muitas vezes, não acabam em bons resultados; o que decide tudo, no fim das contas, são os azares da vida. O grande problema para Lula foi que o único negro disponível para ocupar o cargo era Joaquim Barbosa  e ali estava, possivelmente, uma das pessoas menos indicadas para fazer o que esperavam dele.
Para começo de conversa, Barbosa dá a impressão de detestar, positivamente, o rótulo de primeiro “ministro negro” do STF. Não quer que pensem que está lá para preencher alguma espécie de “cota”; a única razão de sua presença no STF, julga o ministro, são seus méritos de jurista, adquiridos em anos de trabalho duríssimo e sem a ajuda de ninguém. Nunca precisou do apoio da “comunidade negra”, nem da secretaria da igualdade racial, ou coisa que o valha. Também não parece se impressionar, nem um pouco, com gente de origem humilde. É filho de um pedreiro do interior de Minas Gerais, tornou-se arrimo de família na adolescência e ao contrário de Lula, que não bate ponto desde que virou líder sindical, em 1975, Barbosa começou a trabalhar aos 16 anos de idade e não parou até hoje.
O ministro, além disso, é homem de personalidade notoriamente difícil, sujeita a ásperas mudanças de humor e estoques perigosamente baixos de paciência. É atormentado por uma hérnia de disco que lhe causa dores cruéis e o obriga muitas vezes a ficar de pé durante as sessões do STF. É, em suma, o tipo de pessoa que se deve tratar com cuidado. Lula e o PT fizeram justamente o contrário. Quando Barbosa se tornou relator no processo do mensalão, em 2006, continuaram apostando todas as fichas na histórica impunidade com que são premiados no Brasil réus poderosos e capazes de pagar advogados caros. Descobriram, agora, que o trabalho de Barbosa puxou as condenações em massa no julgamento do mensalão 
 e jogou uma banana de dinamite no sistema de corrupção que há dez anos envenena a vida pública no Brasil.
A primeira trovoada séria veio quando o ministro aceitou a denúncia da procuradoria contra os quarenta do mensalão. Na época, o único deles com cabeça foi o ex-secretário-geral do PT Silvio “Land Rover” Pereira; não contestou a acusação, foi punido com prestação de “serviços comunitários” e acabou resolvendo seu caso a preço de custo. Os demais, guiados pelo farol de Lula, preferiram ficar debochando. Durante o tempo todo, ele sustentou que o mensalão “nunca existiu”. Quando o julgamento começou, disse que não iria acompanhar nada: “Tenho mais o que fazer”. Delúbio Soares, operador-mor do guichê de pagamento do esquema, afirmou que tudo iria acabar em “piada de salão”. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, garantiu que o povo estava interessado, mesmo, é na novela das 9. O que queriam com isso ? Imaginavam que Joaquim Barbosa, trabalhando como um burro de carga, com a tortura da dor nos quadris e seu temperamento de porco-espinho, estava achando engraçado ouvir que o seu esforço era uma palhaçada inútil ? Lula e sua tropa tinham certeza de que o processo iria se arrastar até o Dia do Juízo Final. O ministro Barbosa, hoje, poderia dizer : “Não contavam com a minha astúcia”. No caso, sua astúcia foi entender a diferença entre “muito tempo” e “nunca”. Tudo seria demorado, claro. Mas ele tinha certeza de que terminaria o seu trabalho 
 e que os 80% de popularidade de Lula, aí, não iriam servir para nada.
Em sua curta obra-prima Ratos e Homens, um dos clássicos da literatura populista americana, John Steinbeck se inspira num antigo poema escocês para nos dizer que os mais bem cuidados planos deste mundo, sejam feitos por ratos ou por homens, são coisas frágeis; podem ser desfeitos pela roda do acaso, que é indiferente tanto aos projetos mais humildes quanto aos mais ambiciosos, e só acabam deixando mágoa e dor. Joaquim Barbosa talvez faça com que os mensaleiros se lembrem disso por muito tempo.